Mudanças sempre trazem diversas sensações: dá medo o desconhecido, o sair do seguro, o desfazer-se do atual, o mudar o cômodo...
Mas mudar é preciso!
É preciso percorrer um mundo de fantasias, se perguntando sobre quem é... para no fim/começo deparar-se consigo mesmo/a, transformado/a por todos estas questões...
A Cia do Chapéu, é esta menina Alice de 5 anos que cresce e se questiona sobre quem é... e que neste mundo maravilhoso interage com chapeleiros malucos, coelhos apressados, rainhas degoladoras, largartas sonolentas, duquesas apimentadas...
Somos esta mudança de pensamentos, esta busca por nós mesmos, esta transição de "sentires", estas despedidas sempre recomeços, somos presentes/presenteados, somos lagarta em casulo de transformação...
E no fim/começo de tudo, o que importa?
Nós, amados amigos interatores brincantes!
Por isto convido-os a mudarmos juntos!