terça-feira, 21 de agosto de 2018

Doc Cia do Chapéu

Em 2011, ganhamos um presente da nossa querida Larissa Lisboa: um documentário sobre o nosso trabalho.


Documentário, 11 min, 2011


FICHA TÉCNICA

Cia do Chapéu

Thiago Sampaio, Jonatha Albuquerque, Natalhinha Marinho, Fabrício Barros, Henrique Galdino, Laís Lira, Pablo Young, Tácia Albuquerque, Joelle Malta, André Cavalcanti, Magnun Angelo e Jailson Natividade
Argumento, direção e montagem: Larissa Lisboa
Assistentes de direção: Henrique Oliveira, Alice Jardim e Thais Soares
Direção de fotografia e Finalização: Henrique Oliveira
Assistente de Fotografia: Erick Silva
Operador de 1ª unidade de câmera: Henrique Oliveira
Operador de 2ª unidade de câmera: Erick Silva
Iluminação e Som direto: Henrique Oliveira
Iluminação (espetáculos): Cia. do Chapéu
Still: Amanda Nascimento, Flávia Cerullo e Alice Jardim
Produtores: Saudáveis Subversivos, Quarto dos Fundos, Panan Filmes, Cia. do Chapéu e Entremeios
Motorista: Anna Helena Lisboa da Fonseca
Câmera e Som: Saudáveis Subversivos e Quarto dos Fundos


PREMIAÇÃO
Prêmio de Melhor montagem para Larissa Lisboa na 2ª Mostra Sururu de Cinema Alagoano


Para assistir ao documentário, acesse: ALAGOAR

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Relatos sobre TARJA PRETA


Foto: Magno Almeida

Parabéns à Joelle e a todo o grupo do teatro! Muito boa, a peça. Forte, envolvente. Conduz o espectador a um lugar que nem sempre é confortável: o lugar do outro, ao sofrimento de milhões de pessoas no mundo. A ansiedade e insônia estão muito presentes na atualidade e os remédios são usados como a única possibilidade para o descanso e tranquilidade. Um engano que custa muito caro à saúde. Parabéns, Joelle por seu brilhante trabalho!


Professora e Coordenadora da Pós Graduação em Arteterapia Maria de Fátima Pereira.

domingo, 12 de agosto de 2018

Relatos sobre TARJA PRETA

Foto: Magno Almeida

“O espetáculo Tarja Preta foi bem interessante e tão provocante quanto Alice. Surpreendi-me e fiquei muito encantado com a atuação da atriz, que não consigo me lembrar do seu nome. Levantar o debate sobre os temas abordados é super importante, mais ainda do que reafirmar/sacramentar a patologização da vida e das diversas formas de experienciá-la, vivê-la e/ou senti-la. Afinal, o que é ser normal? O que é loucura? Em nome da "proteção e do cuidado", que formas de exclusão e sofrimento temos produzido nas instituições de saúde e sociedade como um todo? São apenas algumas questões que talvez valham a pena pensar e conversar sobre. Mais uma vez, parabenizo pelo trabalho de você e todos e todas que compõem a Cia do Chapéu e agradeço pelo convite e oportunidade de viver e sentir este espetáculo. Não vejo a hora de assistir a outros espetáculos de vocês. Abraço.”


Adriano da Silva - Mestre em Psicologia.


sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Quem nos vê...

Quem sou eu? - Alice encontra @ lagart@.

Jessé Batista nos viu no Projeto Quintas no Arena. O registro é da apresentação de ALICE!? no Teatro de Arena Sérgio Cardoso. 

Gratidão Jessé pelo registro tão sensível!


sábado, 4 de agosto de 2018

Temporada de TARJA PRETA

Divulgação

Espetáculo Tarja Preta no Teatro de Arena 


Produzido pela Cia. do Chapéu, o espetáculo teatral "Tarja Preta" faz curta temporada em Maceió,  aos sábados e domingos de agosto. A peça aborda a solidão, a morte, pensamentos intrusivos e também a depressão, por meio de um monólogo estrelado pela atriz Joelle Malta.   

Local: Teatro de Arena Sérgio Cardoso (anexo ao Deodoro - Centro) 
Data e horário: 11 e 12, 18 e 19, às 19h 
Ingressos: R$ 20 e R$ 10 
Classificação indicativa: 16 anos 


Foto: Nivaldo Vasconcelos

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

TEATRO SEM TABU

Matéria da Gazeta de Alagoas
Caderno B

Larissa Barros - repórter

CIA. DO CHAPÉU APRESENTA, A PARTIR DESTE FIM DE SEMANA, NOVA TEMPORADA DO ESPETÁCULO TARJA PRETA


Fragmento da fotomontagem de Nivaldo Vasconcelos

Apatia, culpa, descontentamento. Mudanças de humor, tristeza. Fadiga, inquietação, falta de apetite ou excesso de fome. Dificuldade de concentração, sofrimento emocional. Os sintomas são muitos e a cada dia mais frequentes num mundo onde a saúde mental vem se tornando cada vez menos importante diante de outros aspectos da vida cotidiana. Num mundo onde a depressão mora ao lado – e dentro. Tanto que a doença, que até 2020 será a mais incapacitante em todo o globo, vem crescendo em uma velocidade galopante: 18,4% desde 2005. Com milhares de trabalhadores afastados anualmente – em 2016 foram mais de 75 mil deles –, o Brasil é considerado campeão de casos de depressão na América Latina. Mas ela segue cercada de preconceitos. Falar sobre ela continua tabu. Não, porém, para a Cia. do Chapéu. É nos palcos que a trupe alagoana tem trazido à tona o chamado “mal do século”. De maneira sutil, vazio, solidão, ansiedade, apatia, angústia e vários outros estados são tratados em Tarja Preta, que inicia mais uma temporada neste fim de semana. As primeiras apresentações acontecem no sábado, 4, e no domingo, 5, às 19h, no Teatro de Arena Sérgio Cardoso. A temporada segue nos dias 11, 12, 18 e 19 de agosto, no mesmo horário.

TARJA PRETA, DA CIA. DO CHAPÉU


Quando: 4, 5, 11, 12, 18 e 19 de agosto, sempre às 19h


Onde: Teatro de Arena Sérgio Cardoso (anexo ao Deodoro)


Classificação indicativa: 14 anos


Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).


Mais informações: (82) 99355-4423 e 99131-3131.


Para apresentar tudo isso, surge a atriz Joelle Malta. O espaço do tablado é dividido apenas com Laís Lira, responsável pela iluminação. “Costumo dizer que a iluminação dança comigo no espetáculo, já que ela está comigo no palco o tempo inteiro, embora o público não consiga vê-la. Acontece que só eu apareço, então é desafiador estar em evidência o tempo inteiro sem dividir isso com ninguém”, diz Joelle. 


Tarja Preta também não tem diálogos. Tudo é apresentado em uma linguagem não verbal. “É inquietante, não verbalizar, mas ao mesmo tempo o corpo e os outros elementos falam por si sós. É um pouco difícil e algo que faz parte, que complementa. O silêncio se faz necessário, o corpo fala”, aponta a atriz, lembrando que, apesar de complexa, a temática é tratada de maneira delicada. 


Não haveria de ser diferente. Para que o trabalho saísse do papel – ele é apresentado desde 2014 –, o grupo não só realizou uma extensa pesquisa como encorajou uma intensa troca de experiências. Memórias próprias, seja do contato com quem já esteve acometido pela doença, seja de lembranças de estágios de melancolia enfrentados por eles mesmos, foram utilizadas como base.


“Tratar desse tema é delicado. É algo que está muito presente, infelizmente, no nosso dia a dia. Se não somos nós que temos, alguém muito próximo tem. Sempre temos um retorno de ver o público se sentir tocado, de se ver ali. Acho muito importante fazer o espetáculo, falar sobre isso”, arremata Joelle, que tem participação ativa no que é levado à plateia.


Segundo o diretor, Donda Albuquerque, Tarja Preta surgiu como parte do que seria uma tríade. A ideia começou a ser discutida em 2012 com o objetivo de levar aos palcos algo sobre a maldade. Aos poucos, ela foi sendo lapidada e o grupo decidiu tomar outro rumo: falar, em três solos, sobre os males que acometem o homem. Além do que chega para nova temporada agora, foi apresentado também Mal. 


“Em determinado momento, em 2010, propus para o Thiago Sampaio dirigir um solo meu que falaria sobre o mal, mas o mal relacionado à maldade mesmo. Em discussões e debates, convidamos a Joelle e o Rick Galdino para fazer parte desse trabalho. O engraçado é que o pontapé inicial foi dado por mim, mas acabei desistindo do meu solo”, conta Donda, que inicialmente dirigia as peças em parceria com Thiago.


Foi o colega, inclusive, o responsável pela guinada na temática. “Ele propôs que trabalhássemos não com o mal da maldade, mas com os males que acometem o homem. Em uma discussão, chegamos à depressão. O solo da Joelle trabalha com o recorte de um dia, e o do Rick abordada uma história contada quase de trás pra frente”, afirma ele, que assumiu a direção quando Thiago precisou se ausentar para um mestrado.


O diretor reforça que a obra trata não apenas da depressão, mas também da ansiedade e do isolamento, tudo de forma suave. “A gente tenta fazer isso de maneira muito delicada, porque não é fácil. Não temos nenhuma pretensão de, com o espetáculo, resolver esses problemas; não é isso. O espetáculo traz o recorte da vida de uma pessoa que está passando por isso e pode ser qualquer pessoa”.


A intensidade de tudo isso, ressalta ele, transparece em cena, claro. E até quem nunca sofreu com os estados mentais abordados ali consegue se identificar. “A peça é fragmentada, não tem o compromisso de contar uma história com início, meio e fim. São fragmentos de uma pessoa em sua luta contra esses sentimentos, essa apatia; como o corpo passeia por esses momentos”, aponta Joelle Malta.


E, além do silêncio, outro elemento bastante presente em cena é a escuridão. “A gente traz uma proposta mais inovadora na iluminação, sem usar os equipamentos do teatro, o que faz com que a montagem possa caber em vários locais diferentes, não sendo exclusivamente para o teatro”, diz Donda. “São necessárias muita concentração e disciplina por isso, porque ele acontece todo em luz muito baixa”.


São 40 minutos de espetáculo – que tem trilha sonora assinada por André Cavalcanti – e, ao final, a trupe se propõe a um debate com o público. Após as apresentações, quem quiser ficar poderá conversar com os integrantes da Cia. do Chapéu e trocar ideias sobre a construção de Tarja Preta, a maneira como se deu o processo de pesquisa e outros aspectos interessantes da obra. 


“O público que for prestigiar Tarja Preta nos três primeiros fins de semana de agosto vai se deparar com um espetáculo muito sensível, com uma atuação incrível de Joelle Malta, um trabalho incrível de Laís Lira. É um espetáculo tocante e necessário para os dias de hoje, onde a sociedade nos leva para esses estados mentais. Tenho certeza que será um momento incrível de troca”, expressa o diretor.


A atriz que sobe ao palco com a missão de interpretar toda a intensidade de sentimentos, sensações e estados de espírito concorda. “É importante fazer esse espetáculo, e mais ainda é a conversa que travamos depois, ver a leitura das pessoas sobre a depressão e de que forma elas se veem ali. É importante que quebremos os paradigmas em torno da doença”.

domingo, 22 de julho de 2018

16 anos! Evoé!

Pré-apresentação de ALICE!? em Penedo/AL

São 16 anos de teatro, resistência, persistência, existência!
Muitos felizes por estar na estrada dialogando, trocando, outrando! 

Melhor forma de comemorar o dia de hoje: juntos e em cena!
Evoé!


* Faltaram na foto: Gustavo, André, Thiago, Tácia e Rick!

segunda-feira, 16 de julho de 2018

SESC DIVULGA RESULTADO DA CONVOCATÓRIA GESTO 2018

O Sesc através da Coordenação de Cultura divulga selecionados para O Grupo de Estudos Orientados (GESTO). Os grupos selecionados participarão do processo de Residência Artística com carga horário de 20h, baseada na temática sugerida pelos próprios grupos.
A capacitação será ministrada na Unidade Sesc Centro - Maceió/AL, por profissionais da área de artes cênicas, e ainda sob o acompanhamento de uma assessoria técnico-pedagógica, que trabalharão de maneira a incentivar e desenvolver o potencial criativo.



Estamos no GESTO 2018, galere!!!! Evoé!

Fonte: SESC AL

terça-feira, 29 de maio de 2018

Atenção ao chamado do FESTAL 2018!!!


Está chegando a hora de você fortalecer essa rede!
O Festal 2018 vai tratar sobre a Memória do Teatro Alagoano e o período de inscrição para participação com o seu espetáculo será de 01/06 a 10/07.
Pelo segundo ano somos patrocinados pelo edital Algás Social da Algás - Gás de Alagoas S.A.
Os grupos e artistas atuantes em todo o estado de Alagoas devem acessar a partir do dia 01 de junho o site do festival (www.festivaldeteatrodealagoas.blogspot.com) para baixar o edital e preencher a ficha de inscrição.
Prepare seu material! Faça parte da Festa das Artes Cênicas Alagoana!
Sobre o FESTAL:
O Festival de Artes Cênicas de Alagoas – FESTAL é uma construção colaborativa envolvendo diferentes grupos e artistas cênicos do Estado, com o intuito de formar uma Rede capaz de gerar, garantir e manter condições que impulsionem a criação e difusão das artes cênicas em Alagoas, de maneira democrática, permanente e expansiva, inclusive no âmbito da economia produtiva. Sendo assim, não se trata apenas de uma mostra de espetáculos, mas de um movimento que tem se intensificado ao longo dos últimos 3 anos, em favor da produção artística e cultural alagoana de maneira ampla e sistemática.

terça-feira, 15 de maio de 2018

Larissa Lisboa sobre ALICE?! na #Textão N° 6

Larissa Lisboa dividiu um pouco da sua experiência no espetáculo ALICE!? da Cia do Chapéu na edição n° 6 da #Textão. Confere aê:



Para ler os textos em tamanho maior, basta clicar na imagem e para ler a Textão completa, acesse:

sexta-feira, 27 de abril de 2018

LEVANDO TEATRO AO INTERIOR

Matéria da Gazeta de Alagoas
Caderno B

Larissa Barros - Repórter

PROJETO CENA EM FLUXO, DA CIA. DO CHAPÉU, PRETENDE FAZER INTERCÂMBIO COM TRUPES DE PENEDO E ARAPIRACA


Remendó, da Cia Flor do Sertão de Penedo, faz parte o projeto. Foto: divulgação

A ideia é levar cultura ao interior – proporcionando momentos de troca e intercâmbio – e, de quebra, “arejar” os palcos da capital. É por aí o que pretende a Cia. do Chapéu com o mais novo projeto da trupe, o Cena em Fluxo. Para tirar isso do papel, porém, é necessário dinheiro e, sem apoio do poder público, caberá mesmo aos fãs de teatro fazer isso acontecer.

E quem quiser ajudar tem até as 23h59 do dia 15 de maio. É até quando fica no ar a campanha de financiamento coletivo aberta pelo grupo no site Catarse. O objetivo é angariar R$ 14.207,00, que serão utilizados em transporte, alimentação, hospedagem, confecção e envio dos brindes para quem participar. Até agora, 28 pessoas colaboraram, com a arrecadação de R$ 2.800.


Um dos integrantes da Cia. do Chapéu, Thiago Sampaio destaca a importância da participação popular. “Começamos bem, porém, os apoios ficaram mais escassos recentemente, o que nos preocupa, pois, sem esse apoio, teremos que redimensionar a proposta, que já é bem compacta. Todo valor doado será devolvido caso a meta não seja atingida”, explica.


Por meio do projeto, a trupe pretende passar por Penedo e Arapiraca para apresentação dos espetáculos Alice!? e Tarja Preta, que terão produção local da Cia. Flor do Sertão (Penedo) e Raízes da Terra (Arapiraca). Em seguida, a lógica se inverte, e esses dois grupos vêm até Maceió com as peças Remendó (Cia. Flor do Sertão) e Le Monde Bleu e Mateu Errante, Mateu Brincante (Cia. Raízes da Terra).


“Esse projeto possibilita o encontro entre artistas e também o deles com públicos diferentes. Cada grupo tem seu modo próprio de criar e dialogar com o público. Essa diversidade é um dos aspectos fundamentais do projeto, pois são espetáculos diferentes viajando por lugares relativamente próximos, porém, que praticamente não se conhecem”, acrescenta Thiago.


Quer entender melhor como funciona o Cena em Fluxo? Confira a entrevista:


Gazeta de Alagoas: Sobre o que trata o Cena em Fluxo? 

Thiago Sampaio: A ideia se sustenta nos seguintes objetivos: estimular a circulação da produção cênica local no próprio Estado e estabelecer parceria entre grupos locais. Em termos práticos, o que vai acontecer é a ida da Cia. do Chapéu às cidades de Penedo e Arapiraca para a apresentação dos espetáculos Alice!? e Tarja Preta, sob a produção local da Cia. Flor do Sertão (Penedo) e Raízes da Terra (Arapiraca), e, em seguida, esses dois grupos vêm até Maceió para apresentar os espetáculos Remendó (Cia. Flor do Sertão) e Le Mond Bleu e Mateu Errante, Mateu Brincante (Cia. Raízes da Terra). Pretendemos, com isso, além de gerar certo “arejamento” dos palcos locais, proporcionar momentos de troca e intercâmbio entre grupos, para nos conhecermos melhor e falarmos sobre nossos processos criativos. 


Como vai funcionar a troca com esses outros grupos?

Além dos grupos exercerem o papel de produtores locais para os visitantes, também estão previstos momentos de debate sobre os seus processos criativos e a possibilidade de articulações de outros projetos em conjunto.


Vocês estão fazendo um financiamento coletivo. Como surgiu a ideia?
Bom, nós sempre sentimos a necessidade de circular com nossos trabalhos e, apesar de Alagoas ser um Estado pequeno, não existe um sistema ou mecanismo que favoreça a circulação de suas produções artísticas e culturais. O que acontece são projetos pontuais. Sem falar que o contexto atual do País é de significativa precarização da arte e da cultura. Então resolvemos nós mesmos inventarmos uma maneira de realizar nosso desejo. E o financiamento coletivo se apresentou como uma alternativa, afinal, estamos articulando tudo por nossa própria conta, buscando parcerias tanto na capital quanto no interior. Cada grupo está assumindo o papel de produtor local, buscando alternativas em seus contextos que favoreçam a realização da ideia, seja com local de apresentação, hospedagem, alimentação... 


E como está o andamento dela? 

Começamos bem, porém, os apoios ficaram mais escassos recentemente, o que nos preocupa, pois, sem esse apoio, teremos que redimensionar a proposta, que já é bem compacta. Todo valor doado será devolvido caso a meta não seja atingida. Por isso, buscamos várias maneiras de alcançar as pessoas, sensibilizá-las para que doem algum valor e também difundam a ideia. 


Em que será empregado o dinheiro caso a campanha seja bem-sucedida?

Os valores envolvidos na campanha se referem a transporte, alimentação, hospedagem, confecção e envio dos brindes (de acordo com os valores doados, presentearemos os apoiadores com diferentes recompensas: ingressos, cartazes, camisas, canecas, ímã de geladeira etc), além da porcentagem da plataforma Catarse, pelo suporte da campanha.


Qual a importância de um projeto como esse? 

Arte é sempre importante. Alagoas é subestimada na sua produção artística e cultural. Esse projeto possibilita o encontro entre artistas e também o deles com públicos diferentes. Cada grupo tem seu modo próprio de criar e dialogar com o público. Essa diversidade é um dos aspectos fundamentais do projeto, pois são espetáculos diferentes viajando por lugares relativamente próximos, porém, que praticamente não se conhecem. Esperamos que essa iniciativa estimule outros artistas a buscarem nos seus pares os seus principais apoiadores. É o que estamos buscando com essa proposta.


Já pensam em fazer outros do tipo?

Essa edição do Cena em Fluxo é uma versão embrionária. Se tudo correr bem, pretendemos expandir para outras cidades e, quem sabe, até para fora do Estado. Sabemos que tem artista em todo canto, e público também. Estamos interessados nesse encontro.



terça-feira, 6 de março de 2018

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

IMERSOS

Laços. Nós. Imersos.

Neste mês de janeiro, nós, chapeleiros, comemoramos nossos 15 anos, completados em julho/2017, mergulhando para dentro de nós mesmos.
Refletimos sobre esses 15 anos de arte, sobre nossos processos, nossos anseios e projetos.

Muito bom estarmos juntos, grudados, nesse momento de reflexão.
Segue o fluxo...

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

terça-feira, 14 de novembro de 2017